terça-feira, 23 de junho de 2009
Sem resposta, com truculência
Olá pessoal,
Desculpem pela nossa desatualização do BLOG, desde sábado a Reitoria cortou a internet wireless que usávamos..
Estão também nos ameaçando usar a força para retirar nossas barracas da área ao lado do Salão de Atos, no terraço.
A polícia federal tem sido chamada para criar-se um clima de intimidação.
Já solicitamos oficialmente 3 vezes a contra-proposta do Reitor às contra-propostas dos estudantes ocupados, ele no entanto explicitamente tenta nos vencer pelo cansaço e pelo fato de estarmos em final de semestres cheios de provas e etc.
Na nossa contra proposta pedimos dentre várias coisas das 8 pautas que podem ser resolvidas imediatamente, o começo da circulação de um ônibus gratuito da UnB que rode dentro do CAMPUS Darcy, e outro até a Rodoviária e entre os outros 3 CAMPI.
Entendemos que para uma Universidade que tem um orçamento na casa de 1 BILHÃO de Reais, não existe justificativa para não se fornecer transporte gratuíto no CAMPUS, estudantes têm sido assaltados e estupros têm ocorrido justamente pela falta desse transporte para os alunos de baixa renda que residem na CEU. Dentre outras coisas na pauta que só necessitam de vontade política. A Reitoria se comprometeu apenas a pedir ampliação das linhas pagas dentro do CAMPUS.
Os estudantes seguem ocupando e resistindo até que alguma vitória nas pautas por Assistência Estudantil seja conquistada.
A ocupação tem tido resultados, começou a ser pago na última semana a bolsa alimentação ( R$240,00 )aos estudantes de Baixa Renda do Campus Planaltina, que desde a criação do CAMPI há 3 anos, esperavam o auxílio. Voltou à pauta do dia o Congresso Estatuinte Paritário, que estava esquecido pela Reitoria.. Foi problematizada a questão dos milhares de reais desviados recentemente pelas fundações privadas em contraste com o cenário sombrio e abandonado da Assistência Estudantil aos alunos que necessitam dela para conseguirem estudar.
Venha dormir, venha ocupar e resistir.
Entramos na terceira semana de ocupação.
Abraços de luta, por mudanças urgentes.
Movimento de Ocupação por Assistência Estudantil
Desculpem pela nossa desatualização do BLOG, desde sábado a Reitoria cortou a internet wireless que usávamos..
Estão também nos ameaçando usar a força para retirar nossas barracas da área ao lado do Salão de Atos, no terraço.
A polícia federal tem sido chamada para criar-se um clima de intimidação.
Já solicitamos oficialmente 3 vezes a contra-proposta do Reitor às contra-propostas dos estudantes ocupados, ele no entanto explicitamente tenta nos vencer pelo cansaço e pelo fato de estarmos em final de semestres cheios de provas e etc.
Na nossa contra proposta pedimos dentre várias coisas das 8 pautas que podem ser resolvidas imediatamente, o começo da circulação de um ônibus gratuito da UnB que rode dentro do CAMPUS Darcy, e outro até a Rodoviária e entre os outros 3 CAMPI.
Entendemos que para uma Universidade que tem um orçamento na casa de 1 BILHÃO de Reais, não existe justificativa para não se fornecer transporte gratuíto no CAMPUS, estudantes têm sido assaltados e estupros têm ocorrido justamente pela falta desse transporte para os alunos de baixa renda que residem na CEU. Dentre outras coisas na pauta que só necessitam de vontade política. A Reitoria se comprometeu apenas a pedir ampliação das linhas pagas dentro do CAMPUS.
Os estudantes seguem ocupando e resistindo até que alguma vitória nas pautas por Assistência Estudantil seja conquistada.
A ocupação tem tido resultados, começou a ser pago na última semana a bolsa alimentação ( R$240,00 )aos estudantes de Baixa Renda do Campus Planaltina, que desde a criação do CAMPI há 3 anos, esperavam o auxílio. Voltou à pauta do dia o Congresso Estatuinte Paritário, que estava esquecido pela Reitoria.. Foi problematizada a questão dos milhares de reais desviados recentemente pelas fundações privadas em contraste com o cenário sombrio e abandonado da Assistência Estudantil aos alunos que necessitam dela para conseguirem estudar.
Venha dormir, venha ocupar e resistir.
Entramos na terceira semana de ocupação.
Abraços de luta, por mudanças urgentes.
Movimento de Ocupação por Assistência Estudantil
domingo, 21 de junho de 2009
reuniao geral
reuniao geral do movimento de ocupacao pela assistencia estudantil
domingo 19 h (21/06)
pautas:
*rumos do movimento;
*condicoes exigidas para a saida;
*organizacao interna;
abracos,
domingo 19 h (21/06)
pautas:
*rumos do movimento;
*condicoes exigidas para a saida;
*organizacao interna;
abracos,
manifestacao pela assistencia estudantil
Nos do Ato pela Assistencia Estudantil convocamos todos os estudantes, servidores, prestadores de servico, docentes e demais membros da comunidade da Universidade de Brasilia que estao descontentes com o atual estado da assistencia estudantil na UnB a se manifestar usando roupas de cor vermelha (simbolizando o estado de inconformidade com que se encontram em relacao a assistencia estudantil na UnB) ao longo da proxima semana (22-26/06). Convocamos a comunidade em geral a conhecer o ato pela assistencia estudantil que esta ocupando o salao de atos do gabinete do reitor na UnB.
Lutamos por direitos, nao mais, nao menos.
1) Seguranca (iluminacao, aumento do numero de segurancas, pavimentacao das vias e calcadas, preparo humanistico e tecnico para os proficionais da area, etc);
2) Saude (HUB: reabertura do pronto socorro, melhoria das instalacoes, aumento do corpo de trabalhadores, etc);
3) Condicoes de permanencia para os estudantes baixa renda: RU, Moradia Estudantil, Bolsa Permanencia, reforma da CEU e construcao de moradia nos demais campi, etc;
4) Transporte: a) publico e b) gratuito (fornecido pela UnB), pois nem todos os membros da comunidade podem pagar pelo transporte publico.
Por favor participem e ajudem os seus pares nesta luta que e de todos nos!
Manifestacao pela Assistencia Estudantil!
Lutamos por direitos, nao mais, nao menos.
1) Seguranca (iluminacao, aumento do numero de segurancas, pavimentacao das vias e calcadas, preparo humanistico e tecnico para os proficionais da area, etc);
2) Saude (HUB: reabertura do pronto socorro, melhoria das instalacoes, aumento do corpo de trabalhadores, etc);
3) Condicoes de permanencia para os estudantes baixa renda: RU, Moradia Estudantil, Bolsa Permanencia, reforma da CEU e construcao de moradia nos demais campi, etc;
4) Transporte: a) publico e b) gratuito (fornecido pela UnB), pois nem todos os membros da comunidade podem pagar pelo transporte publico.
Por favor participem e ajudem os seus pares nesta luta que e de todos nos!
Manifestacao pela Assistencia Estudantil!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Campanha contras as Fundações Privadas e pela Assistência Estudantil - UnB
Um ano e dois meses depois da ocupação da reitoria, vivemos novamente um momento decisivo na história da UnB. O que agora está em jogo é o recredenciamento das fundações privadas (FINATEC e FUBRA) que protagonizaram os escândalos de corrupção que levaram à queda do ex-reitor Timothy. Sua gestão foi derrubada pela comunidade, mas as fundações que nela se revelaram como focos de corrupção não só permanecem impunes e em plena atividade, como pretendem continuar a comercializar os serviços acadêmicos da UnB, captar recursos e operar seus negócios privados em nosso nome, em nome da Universidade Pública.
O que são as fundações privadas. Por que elas devem ser descredenciadas. Por que sua existência é incompatível com a Universidade Pública!
As fundações privadas são entidades de natureza empresarial que fazem negócios em nome da universidade pública. Elas comercializam serviços acadêmicos, centralizam a captação de recursos para ensino, pesquisa e extensão e operam contratos e convênios estabelecidos pela Universidade com órgãos do Estado e empresas privadas e estatais, cobrando uma taxa de administração. Servem às administrações para burlar a lei de licitações, contratar mão de obra terceirizada, precarizada e sem direitos e, como em tantos casos já apurados, desviar recursos públicos para fins privados. Muitas delas diversificaram seus negócios em ramos absolutamente alheios à universidade, tais como a construção de shopping-centers e postos de gasolina, como no caso das fundações que operam na UnB. Suas atividades empresariais as converteram em balcões de negócios que funcionam como uma estrutura paralela de poder. Sem serem controladas pela universidade, elas passaram a controlar e dirigir a universidade. Seus fins são absolutamente estranhos e incompatíveis com os fins que regem uma Universidade – e não é por outra razão que o parecer do TCU (Tribunal de Contas da União), após ter encontrado irregularidades em todas as fundações investigadas, recomenda sua extinção e a absorção pela universidade de sua captação de recursos para ensino, pesquisa e extensão.
As fundações privadas colocaram a Universidade numa encruzilhada histórica, em que somos chamados a nos posicionar e agir como membros da comunidade do saber a que pertencemos. A história das fundações privadas demonstrou que elas operam a conversão irreversivelmente corruptora da universidade numa grande empresa prestadora de serviços acadêmicos. A Universidade não é e não pode se tornar uma empresa. O docente não é nem deve se tornar um empresário do saber. A educação não é uma mercadoria. O conhecimento não é uma mercadoria. Não podemos aceitar que a universidade seja transformada numa empresa exclusivamente orientada pelo lucro em suas atividades. A produção do conhecimento, da ciência e da tecnologia e a formação dos seres humanos que são os profissionais, cientistas, tecnólogos e intelectuais da sociedade não podem ser degradadas à vil condição de matéria a serviço do lucro de alguns.
A proposta da reitoria de estabelecer critérios para “controle” das fundações não se sustenta e não pode ser aceita. Na medida em que as fundações privadas movimentam imensos montantes de recursos, elas não podem ser controladas. Exigimos da reitoria que a própria universidade assuma a responsabilidade pelo gerenciamento democrático e transparente dos recursos que ela mesma capta, sem qualquer espécie de intermediação privada.
A Assembléia dos Estudantes deliberou por lutar pelo fim das fundações privadas e conclama a Comunidade a tomar para si esta luta
A Assembléia Estudantil da UnB de 17 de junho de 2009 decidiu lutar com todas as suas energias contra o recredenciamento das fundações privadas que operam na UnB – a mesma posição adotada pelo SINTFUB, o sindicato dos servidores técnico-administrativos. Nela deliberamos impulsionar uma grande campanha democrática contra as fundações privadas, a ser tocada por um comitê aberto à participação de todos os membros da comunidade. Sua primeira reunião será segunda-feira, dia 22 de junho, às 18 hs, no DCE.
A primeira atividade da Campanha contra as fundações foi a realização de um Ato Público no dia seguinte, por ocasião da reunião do Conselho de Administração (CAD) que deliberaria sobre o recredenciamento. Nele, denunciamos o papel corruptor das fundações e exigimos que a comunidade decida sobre a forma como ela vai ser governada: com ou sem fundações privadas. A reunião do Conselho acabou por ser suspensa. O CAD é composto por 67 membros, dos quais apenas seis são estudantes e seis servidores. Assim como em todos os conselhos da universidade, estudantes e servidores estão absolutamente sub-representados. Esperamos que o Conselho de Administração democraticamente abra mão do imenso poder que se acha concentrado em suas mãos, convencido da necessidade de ouvir toda a comunidade, a única que pode e deve decidir sobre seu próprio destino.
A ocupação de abril de 2008 derrubou a gestão corrupta de Timothy, mas não foi capaz de transformar as relações e estruturas de poder anti-democráticas e potencialmente corruptoras que continuam a vigorar na UnB. O compromisso assumido pela administração com a pauta de reivindicações da ocupação foi ignorado até aqui. Enquanto as fundações continuam a operar seus negócios, os estudantes dos novos campi não têm direito à assistência estudantil. A Casa do Estudante continua caindo aos pedaços, obrigando os que lá habitam nas mais precárias condições a ocupar um salão da reitoria até que suas reivindicações de uma digna assistência estudantil sejam atendidas. Com os recursos que são absorvidos pelas fundações, a pauta de reivindicações da assistência estudantil poderia ser atendida, assim como muitas das pautas históricas dos estudantes e do conjunto da universidade. O Congresso Estatuinte Paritário – uma deliberação das grandes assembléias estudantis da ocupação e um compromisso assumido pela reitoria pro tempore para a desocupação – não foi realizado até hoje. As coisas mudaram, mas até aqui apenas para continuar como estavam.
O momento é de retomar a luta em defesa da UnB e exigir da reitoria que cumpra os compromissos democráticos assumidos com a comunidade e descredencie as fundações. A universidade não precisa das fundações: ela pode e deve tomar para si a responsabilidade por todas as atividades de captação de recursos que nela se desenvolvem. A comunidade da UnB está chamada a assumir esta luta, que é de todos nós e certamente receberá, mais uma vez, o apoio da sociedade. Juntos, na luta, seremos mais uma vez vitoriosos.
Cômite de luta pela Assistência Estudantil e Contra as Fundações Privadas - Professores, Estudantes e Técnicos Administrativos da UnB
O que são as fundações privadas. Por que elas devem ser descredenciadas. Por que sua existência é incompatível com a Universidade Pública!
As fundações privadas são entidades de natureza empresarial que fazem negócios em nome da universidade pública. Elas comercializam serviços acadêmicos, centralizam a captação de recursos para ensino, pesquisa e extensão e operam contratos e convênios estabelecidos pela Universidade com órgãos do Estado e empresas privadas e estatais, cobrando uma taxa de administração. Servem às administrações para burlar a lei de licitações, contratar mão de obra terceirizada, precarizada e sem direitos e, como em tantos casos já apurados, desviar recursos públicos para fins privados. Muitas delas diversificaram seus negócios em ramos absolutamente alheios à universidade, tais como a construção de shopping-centers e postos de gasolina, como no caso das fundações que operam na UnB. Suas atividades empresariais as converteram em balcões de negócios que funcionam como uma estrutura paralela de poder. Sem serem controladas pela universidade, elas passaram a controlar e dirigir a universidade. Seus fins são absolutamente estranhos e incompatíveis com os fins que regem uma Universidade – e não é por outra razão que o parecer do TCU (Tribunal de Contas da União), após ter encontrado irregularidades em todas as fundações investigadas, recomenda sua extinção e a absorção pela universidade de sua captação de recursos para ensino, pesquisa e extensão.
As fundações privadas colocaram a Universidade numa encruzilhada histórica, em que somos chamados a nos posicionar e agir como membros da comunidade do saber a que pertencemos. A história das fundações privadas demonstrou que elas operam a conversão irreversivelmente corruptora da universidade numa grande empresa prestadora de serviços acadêmicos. A Universidade não é e não pode se tornar uma empresa. O docente não é nem deve se tornar um empresário do saber. A educação não é uma mercadoria. O conhecimento não é uma mercadoria. Não podemos aceitar que a universidade seja transformada numa empresa exclusivamente orientada pelo lucro em suas atividades. A produção do conhecimento, da ciência e da tecnologia e a formação dos seres humanos que são os profissionais, cientistas, tecnólogos e intelectuais da sociedade não podem ser degradadas à vil condição de matéria a serviço do lucro de alguns.
A proposta da reitoria de estabelecer critérios para “controle” das fundações não se sustenta e não pode ser aceita. Na medida em que as fundações privadas movimentam imensos montantes de recursos, elas não podem ser controladas. Exigimos da reitoria que a própria universidade assuma a responsabilidade pelo gerenciamento democrático e transparente dos recursos que ela mesma capta, sem qualquer espécie de intermediação privada.
A Assembléia dos Estudantes deliberou por lutar pelo fim das fundações privadas e conclama a Comunidade a tomar para si esta luta
A Assembléia Estudantil da UnB de 17 de junho de 2009 decidiu lutar com todas as suas energias contra o recredenciamento das fundações privadas que operam na UnB – a mesma posição adotada pelo SINTFUB, o sindicato dos servidores técnico-administrativos. Nela deliberamos impulsionar uma grande campanha democrática contra as fundações privadas, a ser tocada por um comitê aberto à participação de todos os membros da comunidade. Sua primeira reunião será segunda-feira, dia 22 de junho, às 18 hs, no DCE.
A primeira atividade da Campanha contra as fundações foi a realização de um Ato Público no dia seguinte, por ocasião da reunião do Conselho de Administração (CAD) que deliberaria sobre o recredenciamento. Nele, denunciamos o papel corruptor das fundações e exigimos que a comunidade decida sobre a forma como ela vai ser governada: com ou sem fundações privadas. A reunião do Conselho acabou por ser suspensa. O CAD é composto por 67 membros, dos quais apenas seis são estudantes e seis servidores. Assim como em todos os conselhos da universidade, estudantes e servidores estão absolutamente sub-representados. Esperamos que o Conselho de Administração democraticamente abra mão do imenso poder que se acha concentrado em suas mãos, convencido da necessidade de ouvir toda a comunidade, a única que pode e deve decidir sobre seu próprio destino.
A ocupação de abril de 2008 derrubou a gestão corrupta de Timothy, mas não foi capaz de transformar as relações e estruturas de poder anti-democráticas e potencialmente corruptoras que continuam a vigorar na UnB. O compromisso assumido pela administração com a pauta de reivindicações da ocupação foi ignorado até aqui. Enquanto as fundações continuam a operar seus negócios, os estudantes dos novos campi não têm direito à assistência estudantil. A Casa do Estudante continua caindo aos pedaços, obrigando os que lá habitam nas mais precárias condições a ocupar um salão da reitoria até que suas reivindicações de uma digna assistência estudantil sejam atendidas. Com os recursos que são absorvidos pelas fundações, a pauta de reivindicações da assistência estudantil poderia ser atendida, assim como muitas das pautas históricas dos estudantes e do conjunto da universidade. O Congresso Estatuinte Paritário – uma deliberação das grandes assembléias estudantis da ocupação e um compromisso assumido pela reitoria pro tempore para a desocupação – não foi realizado até hoje. As coisas mudaram, mas até aqui apenas para continuar como estavam.
O momento é de retomar a luta em defesa da UnB e exigir da reitoria que cumpra os compromissos democráticos assumidos com a comunidade e descredencie as fundações. A universidade não precisa das fundações: ela pode e deve tomar para si a responsabilidade por todas as atividades de captação de recursos que nela se desenvolvem. A comunidade da UnB está chamada a assumir esta luta, que é de todos nós e certamente receberá, mais uma vez, o apoio da sociedade. Juntos, na luta, seremos mais uma vez vitoriosos.
Cômite de luta pela Assistência Estudantil e Contra as Fundações Privadas - Professores, Estudantes e Técnicos Administrativos da UnB
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Assembléia Geral dos Estudantes da UnB Apoia Ocupação
A Assembléia Geral dos Estudante da UnB se posicionou hoje por maioria absoluta, que APOIA a Ocupação do Salão de Atos do Gabinete do Reitor e suas 8 pautas sobre Assistência Estudantil.
A Assembléia também por maioria absoluta, posicionou que os Estudante da UnB são contra o Recredenciamento das Fundações Privadas e em especial do Recredenciamento da FINATEC, votação que será realizada amanhã às 10:00h no Conselho de Administração, no Instituto de Química.
Haverá vigilia hoje a noite na ocupação e concentração a partir das 8:30h de amanhã no CEUBINHO rumo ao ATO às 10:00h contra o recredenciamento das fundações no conselho. Depois do ATO, haverá uma plenária na Ocupação para decidir pela manutenção, saída ou ampliação.
A Assembléia também por maioria absoluta, posicionou que os Estudante da UnB são contra o Recredenciamento das Fundações Privadas e em especial do Recredenciamento da FINATEC, votação que será realizada amanhã às 10:00h no Conselho de Administração, no Instituto de Química.
Haverá vigilia hoje a noite na ocupação e concentração a partir das 8:30h de amanhã no CEUBINHO rumo ao ATO às 10:00h contra o recredenciamento das fundações no conselho. Depois do ATO, haverá uma plenária na Ocupação para decidir pela manutenção, saída ou ampliação.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Todos à luta pela assistência estudantil e pela ampliação da ocupação
O Salão de Atos do Gabinete do Reitor foi ocupado na segunda-feira dia 08/06 às 16h por estudantes que participavam de ATO pela Assistência Estudantil, chamado pela Associação dos Moradores da Casa do Estudante Universitário – AMCEU.
Todas as tentativas de resolução dos problemas por meio do diálogo foram frustradas. Nestes 7 meses de gestão a AMCEU protocolou 37 ofícios, realizou 1 reunião com o Reitor, 2 com o Vice-Reitor, pelo menos 4 reuniões com a Decana de Assuntos Comunitários e NADA foi solucionado. Exemplos:
1) Continuamos sem transporte gratuito da UnB e com itinerário e horários reduzidos do transporte público;
2) Os campi das cidades satélites até hoje não receberam nenhuma assistência estudantil (RU, Moradia Estudantil, Iluminação, Biblioteca etc);
3) Estudantes da CEU estão sendo processados judicialmente de forma indiscriminada pelo DAC;
4) A Reitoria tentou impor o fechamento do processo de seleção de novos moradores para a CEU usando como desculpa a reforma dos prédios da CEU o que implicaria no abandono de estudantes de baixa renda que dependem da moradia estudantil;
5) A Reitoria impôs um projeto de remanejamento com gastos abusivos (R$: 2.800,00 para 4 moradores/mês, totalizando 2 milhões!) e condições insalubres (20 pessoas por quarto e banheiro coletivo durante 6 meses!);
6) Recusaram a contra-proposta estudantil (R$: 1.400,00 para 4 moradores/ mês, totalizando 1 milhão e 200 mil reais, incluindo alimentação, transporte, água, luz, condomínio, etc);
7) A UnB continua sem calçadas; sem iluminação, sem corpo de funcionários da segurança suficiente para o atendimento da comunidade;
8) O pronto socorro continua fechado; o HUB continua abandonado.
Diante desta situação lamentável consideramos que não existe uma política de assistência estudantil. Bem como não existe nenhuma gestão compartilhada (puro marketing eleitoral).
Convocamos todos os estudantes a lutarem por uma real política de assistência estudantil e a ampliar a ocupação da reitoria.
Participem da assembléia geral nesta quarta-feira 17/06 às 12h no ceubinho.
Visite: www.ocupacaounb.blogspot.com
Todas as tentativas de resolução dos problemas por meio do diálogo foram frustradas. Nestes 7 meses de gestão a AMCEU protocolou 37 ofícios, realizou 1 reunião com o Reitor, 2 com o Vice-Reitor, pelo menos 4 reuniões com a Decana de Assuntos Comunitários e NADA foi solucionado. Exemplos:
1) Continuamos sem transporte gratuito da UnB e com itinerário e horários reduzidos do transporte público;
2) Os campi das cidades satélites até hoje não receberam nenhuma assistência estudantil (RU, Moradia Estudantil, Iluminação, Biblioteca etc);
3) Estudantes da CEU estão sendo processados judicialmente de forma indiscriminada pelo DAC;
4) A Reitoria tentou impor o fechamento do processo de seleção de novos moradores para a CEU usando como desculpa a reforma dos prédios da CEU o que implicaria no abandono de estudantes de baixa renda que dependem da moradia estudantil;
5) A Reitoria impôs um projeto de remanejamento com gastos abusivos (R$: 2.800,00 para 4 moradores/mês, totalizando 2 milhões!) e condições insalubres (20 pessoas por quarto e banheiro coletivo durante 6 meses!);
6) Recusaram a contra-proposta estudantil (R$: 1.400,00 para 4 moradores/ mês, totalizando 1 milhão e 200 mil reais, incluindo alimentação, transporte, água, luz, condomínio, etc);
7) A UnB continua sem calçadas; sem iluminação, sem corpo de funcionários da segurança suficiente para o atendimento da comunidade;
8) O pronto socorro continua fechado; o HUB continua abandonado.
Diante desta situação lamentável consideramos que não existe uma política de assistência estudantil. Bem como não existe nenhuma gestão compartilhada (puro marketing eleitoral).
Convocamos todos os estudantes a lutarem por uma real política de assistência estudantil e a ampliar a ocupação da reitoria.
Participem da assembléia geral nesta quarta-feira 17/06 às 12h no ceubinho.
Visite: www.ocupacaounb.blogspot.com
domingo, 14 de junho de 2009
A Ocupação Além do Plano Piloto
Matéria do CAMPUS ON-LINE sobre a precariedade dos novos CAMPI e da falta de Assistência Estudantil até hoje, como no CAMPUS de Planaltina já com 3 anos de funcionamento e até hoje sem assistência estudantil aos estudantes de baixa renda.
A reportagem no entanto erra ao noticiar que nenhum estudante dos CAMPI participam da ocupação, dois estudantes que representam os Centros Acadêmicos de Gestão em Agronegocios e Ciências Naturais de Planaltina participam da Ocupação e só conseguiram ler o Manifesto tirado pelos estudantes do CAMPI Planaltina para o Reitor com a ocupação instalada. Leia matéria da SECOM UnB que cita os estudantes de Planaltina presentes na ocupação em reunião com o Reitor e leitura do Manifesto.
Foi aprovado em Reunião do Conselho de Entidades de Base, que reune os Centros Acadêmicos e DCE da UnB, na Ocupação do Salão de Atos do Gabinete do Reitor , a inclusão da oitava pauta da Ocupação, Restaurante Universitário e Moradia Estudantil para os Estudantes dos CAMPI da UnB.
A reportagem no entanto erra ao noticiar que nenhum estudante dos CAMPI participam da ocupação, dois estudantes que representam os Centros Acadêmicos de Gestão em Agronegocios e Ciências Naturais de Planaltina participam da Ocupação e só conseguiram ler o Manifesto tirado pelos estudantes do CAMPI Planaltina para o Reitor com a ocupação instalada. Leia matéria da SECOM UnB que cita os estudantes de Planaltina presentes na ocupação em reunião com o Reitor e leitura do Manifesto.
Foi aprovado em Reunião do Conselho de Entidades de Base, que reune os Centros Acadêmicos e DCE da UnB, na Ocupação do Salão de Atos do Gabinete do Reitor , a inclusão da oitava pauta da Ocupação, Restaurante Universitário e Moradia Estudantil para os Estudantes dos CAMPI da UnB.
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